quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Era uma vez um inverno bem frio no brasil

Urupema-Santa Catarina-, a cidade  mais fria do Brasil de 2013

O que o frio pode trazer? Apesar de 2013 ter um janeiro bem quente, o que julho preservou para umas cidades?
 
 Em Urupema, em um domingo gelado o termômetro marcava 4 graus.A cidade mais fria do Brasil era uma que prefeituras de regiões desse trecho marcavam estado de ermegência, diante de danos a fazendas da zona rural. Quando ocorriam nevascas, a cidade era isolada por dias, por causa de suas estradas congeladas..
 
Pessoas colocavam suas lareiras acendidas o dia todo, durante todo o ano, alias até no verão era frio. Os habitantes tinham sonhos de morar em cidades mais quentes, não aguentavam aquele frio. Mas quando chovia bastava quinze minutos para que nevasse, e o clima da cidade mudasse. 


Todo mundo corria para as praças das cidades para se alegrar, tirar fotos, e, os mais ousados, tirarem a camisa para se mostrar naquele frio. A economia da cidade também mudava, pessoas do pais lotavam os hotéis, para poder ver neve.


fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC   HÁ VIDA EM OUTROS PLANETAS?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

a História de Beethoven


 Beethoven


  Considerado como o maior e o mais influente compositor da música clássica universal, Ludwing Van Beethoven  nasceu em 17 de dezembro de 1770 na cidade alemã de Bonn. Filho de um músico inculto, veio melhorar sua posição social e formação musical quando mudou-se para Viena, em 1792. Ele não era superdotado. Sua evolução foi gradativa. Ali na capital da Áustria, ele obteve grandes sucessos como pianista e compositor, generosamente apoiado por membros da aristocracia austríaca, que em 1809 deram-lhe pensão vitalícia.

  Aos 28 anos, já consagrado compositor e intérprete, começou a sentir problemas de audição, diagnosticados mais tarde como uma doença degenerativa. Nesse período, pensou em cometer suicídio. Passada essa fase depressiva, afirmou: “Foi a música quem me salvou”.

  A surdez não o impediu de que produzisse obras, nem ele passou a vida lutando contra a doença. Sensível, nunca perdeu o seu amor e entusiasmo pela vida e pela música. Ele impressionou seus contemporâneos por dominar a arte da música e pelas manifestações duras de independência pessoal.  
  Uma das grandes decepções de Beethoven foi o fato de Napoleão Bonaparte ter se autocoroado imperador, tomando-a das mãos do Papa Pio VII em Notre Dame. Como era um entusiasta dos ideais da Revolução Francesa, dedicou sua Sinfonia n.º 3 a Napoleão, de quem era grande admirador. Diante deste fato, sentindo-se traído e decepcionado, riscou a dedicatória da partitura. Disse ainda: “Se soubesse tanto de estratégia como de música, causaria sérios dissabores a Napoleão”.

  A primeira fase de sua produção artística traduz certo frescor juvenil, estilo galante, interrompidas às vezes por alguns acessos de melancolia. A segunda fase é classificada como “maturidade” e a terceira como “Últimas obras”. Essas são de grande profundidade artística.
  Na Sinfonia n.º 6, Beethoven retrata a vida campestre, fazendo com que a orquestra reproduza os sons de pássaros, relâmpago, chuva e trovões. Esses recursos seriam adotados, mais tarde, pelos precursores do Romantismo, no século XIX, como uma forma de exaltar o amor à pátria.
  Na Sinfonia n.º 9 (Coral), tema do filme “Laranja Mecânica”, do cineastra Stanley Kubrick, composta quando já estava totalmente surdo, Beethoven musicou o poema “Ode à Alegria”, do poeta alemão Johann Schiller,
que impressiona por ser um verdadeiro hino de otimismo à vida.
  Ele compôs cerca de 200 obras, que se caracterizam por serem românticas, subjetivas, abrindo espaço para os extremos: a tragicidade patética e o júbilo triunfal; o idílio e o humorismo burlesco; o idealismo eloqüente e a mística profunda, elaboradas cuidadosamente e muito disciplinadas aos moldes do classicismo vienense.
  Em 26 de março de 1827, falece mais um dos grandes gênios da música universal. Viena, diferentemente do que fizera a Mozart, reconhece a honra a Beethoven. Seu cortejo contou com mais de 200 mil pessoas que foram lhe prestar as últimas e devidas homenagens.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A história do football

O PRIMEIRO FOOTBALL

O tsu-chu

Durante a dinastia do imperador Huang-ti, era costume chutar os crânios ou cabeças dos inimigos derrotados. Os crânios, que mais tarde viriam a ser substituídos por bolas decouro, tinham que ser chutados pelos soldados chineses por entre duas estacas cravadas no chão, no primeiro indício de traves. O esporte era chamado de tsu-chu, que emchinês, significa (tsu) uma "bola recheada feita de couro" (chu). O esporte foi criado para fins de treinamento militar, por Yang-Tsé, integrante da guarda do Imperador, na dinastia Xia, em 2.197 a.C.

O Kemari

Significando 'pontapear a bola (ke = chutar, mari = bola) é uma variação do tsu-chu com origem no Japão. Ao contrário do desporto chinês, as mulheres não podiam participar do kemari. E difundido pelos imperadores Engi e Tenrei, e era proibido qualquer contacto corporal. O campo (kakari) era quadrado e cada lado havia uma árvore: cerejeira(sakura), salgueiro (yana-gi), bordo (kaede) e pinheiro (matsu). Os jogadores (mariashi, de mari = bola e ashi = pé) eram oito. Esse jogo era mais um ritual religioso do que propriamente um esporte, antes de se iniciar era realizada uma celebração para abençoar a "bola" que simbolizava o Sol e era criada artesanalmente com bambu.

O Epyskiros

A primeira referência ao epyskiros vem do livro Sphairomachia, de Homero, um livro grego só sobre esportes com bolas.

Nele é citado o epyskiros, um esporte disputado com os pés, num campo retangular, por duas equipes de onze jogadores. O número desses, porém, podia mudar de acordo com as dimensões do campo. Podia-se ter até 17 jogadores de cada lado, como acontecia no século I a.C. em Esparta. A bola era feita de bexiga de boi e recheada com ar eareia, que deveria ser arremessada para as balizas, no fundo de cada lado do campo.

Os sacrifícios Maias

Entre os anos de 900 e 200 a.C., na Península de Iucatã, atual México, os maias praticavam um jogo (pok ta pok) com os pés e as mãos. O objetivo do jogo era arremessar a bola num furo circular no meio de seis placas quadradas de pedras. Na linha de fundo havia dois templos, onde o atirador-mestre (o equivalente ao capitão da equipe) do grupo perdedor era sacrificado.

O Harpastum

Descendente do epyskiros, o harpastum foi um esporte praticado por volta de 200 a.C. no Império Romano. O harpastum era disputado num campo retangular, divido por uma linha e com duas linhas como meta. A bola, feita de bexiga de boi, era chamada de follis.

O harpastum era um exercício militar, o que fazia uma partida poder durar horas. Com as conquistas romanas, ele foi difundido por outras regiões da Europa, da Ásia Menor e do Norte da África.

O Soule

Durante a Idade Média, na região onde atualmente fica a França, foi criado o soule, uma versão do harpastum, introduzido pelos romanos entre os anos de 58 e 51 a.C.. As regras do soule variavam de região à região. Seu nome também, onde era chamado de choule na Picardia.

O soule foi um esporte da realeza, praticado pela aristocracia. O rei Henrique II da França, proibiu o jogo, pois o mesmo era violentíssimo e barulhento. Sendo assim, criou a lei que decretava a proibiçao desse esporte, e aqueles que o praticassem poderiam ir até para a prisão.

O Calcio Fiorentino

Não é por acaso que os italianos chamam hoje o futebol de calcio. O desporto foi criado em Florença, e por isso, chamado de calcio fiorentino. As regras só foram estabelecidas em 1580, por Giovanni di Bardi. O jogo passou a ser arbitrado por dez juízes, e a bola podia ser impulsada com os pés ou as mãos, e precisava ser introduzida numa barraca armada no fundo de cada campo. Não havia limite de jogadores (levando-se em conta o tamanho do campo, claro), por isso a necessidade de tantos juízes. O desporto se espalhou rapidamente por todo país, e hoje é uma festa anual em várias cidades da Itália.

O Football

O primeiro registro de um desporto semelhante ao futebol atual nos territórios bretões vem do livro Descriptio Nobilissimae Civitatis Londinae, de Willian Fitztephe, em 1175. A obra cita um jogo (semelhante ao soule) durante a Schrovetide (espécie de Terça-feira Gorda), em que habitantes de várias cidades inglesas saíram à rua chutando uma bola de couro para comemorar a expulsão dos dinamarqueses. A bola simbolizava a cabeça de um invasor.

Por muito tempo o futebol foi meramente um festejo para os ingleses. Lentamente o desporto passou a ficar cada vez mais popular. Tanto que, no século XVI, a violência do jogo era tamanha, que o escritor Philip Stubbes escreveu certa vez: "Um jogo bárbaro, que só estimula a cólera, a inimizade, o ódio e a malícia." - O que de fato, era verdade. Era comum no desporto pernas partidas, roupas rasgadas ou dentes arrancados. Há noticias até de acidentes fatais, como a de um jogador que se afogou ao pular de uma ponte para apanhar a bola. Houve também muitos assassinatos devido a rivalidade entre equipes. Por isso, o desporto ficou conhecido como , "futebol de massa".

Em 1700, foram proibidas as formas violentas do futebol. O desporto, então, teve que mudar, e foi ganhando aspectos mais modernos. Em 1710, as escolas de Covent Garden, Strand e Fleet Street passaram a adotar o futebol como atividade física. Com isso, depressa ganhou novos adeptos, que saíram de desporto como o tiro desportivo e a esgrima. Com a difusão do desporto pelos colégios do país, o problema passou a ser os diferentes tipos de regra em cada escola. Duas regras de diferentes colégios ganharam destaque na época: um jogo só com o uso dos pés, e o outro com o uso dos pés e das mãos. Cria-se, assim, o football e o rugby, em 1846.
O Epyskiros

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

iHistória da apple

Apple iHistória
O que leva milhares de americanos a formarem longas filas em frente às lojas para comprar um smartphone? Qual a fórmula mágica para ser uma das empresas de tecnologia mais respeitadas de todo o mundo? Conheça um pouco sobre a história da Apple, marca responsável por produtos inovadores e que enlouquecem uma legião de fãs a cada lançamento. 



Quem diria que dois garotos hippies da Califórnia realizariam o sonho de levar o computador – uma ferramenta, até então, desconhecida de muita gente – para dentro das casas de todo o mundo? Pois bem, é assim que começa a história da maçã.

Em 1976, Steve Jobs e Steve Wozniak, dois jovens apaixonados por inovação, faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma bastante artesanal. Foi em um dormitório de faculdade que a Apple Computers Inc. surgiu, trazendo à tona o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para a época, mas que foi recusado por empresas já consolidadas, como a Atari e a HP.



O rústico Apple I.
Embora não tenha sido um grande sucesso de vendas, o Apple I, que era apenas a placa de circuito e custava cerca de 600 dólares (o que hoje equivale a 5000 dólares), foi um bom começo e deixou os rapazes esperançosos.  A placa de circuito era geralmente armazenada em uma caixa de madeira, de modo bastante rústico.



O que era um sonho hippie, acabou se transformando na maior promessa da tecnologia e, mais que isso, em um culto. Afinal, há quem diga que ao comprar um produto Apple, você não está simplesmente adquirindo um MP3 Player ou um computador, mas sim um estilo de vida.



iNovação 


Com aperfeiçoamentos notáveis, o Apple I ganhou um sucessor: o Apple II. Lançado em 1977, ele fez muito sucesso, apesar de seu preço elevado – cerca de 1,200 dólares, o que hoje equivale a 10 mil dólares. 

Com características semelhantes às presentes nos computadores de hoje, o Apple II vinha em um gabinete de plástico e com um teclado incorporado. O modelo foi tão bem aceito no mercado, que perdurou até o início dos anos 90.

Mouse e interface gráfica.
Do Apple II em diante, a empresa resolveu apostar forte nos computadores com interface gráfica e mouse, ideia que Jobs afirma ter “sido emprestada” da Xerox, empresa onde computadores com interface gráfica eram desenvolvidos há tempos.



Para Jobs, a Xerox tinha em mãos uma ideia brilhante, mas não sabia ao certo o que fazer com ela. A qualidade das interfaces gráficas e dos próprios computadores da Xerox não era satisfatória e o preço era exorbitante. Então, Jobs pegou os computadores da Xerox como base para sua inspiração e trouxe inovações de cair o queixo ao mundo dos computadores.

Em 1983, um grande passo: o lançamento do Lisa, um computador avançado com 1MB de memória RAM, dois drives de disquete, disco rígido de 5MB e um monitor de 12 polegadas. Com uma interface muito bem elaborada e uma suíte de aplicativos equivalente ao Office atual o Lisa tinha tudo para ser um sucesso absoluto, se não fosse o preço: 10 mil dólares da época. Um ponto negativo para as vendas, dois pontos para a experiência da empresa, que utilizou o Lisa como base para o Macintosh, em 1984. Com configurações semelhantes a de PCs da época, o Macintosh trazia o sistema operacional Mac OS 1.0, responsável também por popularizar a interface gráfica (GUI).
iMarketing
A era Macintosh não representa apenas inovações nos produtos, mas também no modo com que empresa alcançava seus clientes e em como os computadores Apple tornaram-se objetos de desejo. Foi com o Macintosh que Steve Jobs resolveu arriscar e, no intervalo do Super Bowl – um dos maiores eventos esportivos dos EUA– veiculou um comercial que deixou milhões de americanos de olhos arregalados.
“Quando uma propaganda acaba se tornando um elemento da cultura pop, é porque ela deu certo.” Assim diz Steve Jobs, à respeito de propagandas como a do iPod e as famosas “Get a Mac” que, assim como a propaganda de 1984, conquistou muitos adoradores dos produtos Apple e tiveram grande repercussão no mundo todo.

iMacintosh 

O macintosh clássico.
Em 1985, o sucesso do Macintosh pareceu desestabilizar a empresa, que resolveu demitir Steve Jobs e acabou por ficar também sem Steve Wozniak, que voltou para a faculdade. A partir de então, os computadores da Apple perderam o brilho e traziam uma interface desatualizada para os padrões da época, com características que desagradavam os consumidores.

Esta foi uma verdadeira fase de declínio, em que os inovadores e poderosos computadores da maçã não representavam ameaça alguma para concorrentes como a Microsoft e desapontavam os fãs. 

Foi apenas em 1991 que a Apple começou a acordar de seu pesadelo e lançou o primeiro PowerBook, um computador portátil que reconquistou o público, alcançando um grande sucesso nas vendas.

PowerPC
Apesar de estar reencontrando a estabilidade, a Apple buscava novas tecnologias que pudessem bater de frente com os PCs, seu grande inimigo. A escolha foi os processadores PowerPC, um processador rápido e co-produzido pela IBM. Em 1994, a primeira leva de computadores PowerPC entrou no mercado e, apesar das expectativas, não foram tão bem aceitos assim.

A incompatibilidade dos processadores PowerPC com os utilizados anteriormente nos Macs, fizeram com que todos os programas tivessem de ser reescritos, causando uma tremenda dor de cabeça tanto para desenvolvedores quanto para os usuários.
O PowerBook.
A solução da Apple foi criar um programa para emulação dos softwares, o que causava lentidão e vários problemas no sistema. Assim que o tempo passou, os softwares começaram a ser desenvolvidos apenas para processadores PowerPC, amenizando o problema.  Mesmo assim, até hoje se discute se a decisão da Apple pelo PowerPC foi correta. 



iNesperado

Apesar de todas as ações tomadas pela empresa, em 1995 a Apple continuava em uma certa crise. Com problemas para compra de peças e montagem de produtos, a empresa de Cupertino ainda teve de lidar com questões jurídicas envolvendo a Microsoft e seu Windows 95, que copiou descaradamente a interface gráfica do Mac.

No final de 96, Steve Jobs – fora da Apple desde 1985 - já estava com uma empresa de tecnologia montada e a todo vapor. A NeXT estava desenvolvendo computadores e tudo ia muito bem. Foi então que a Apple sentiu a necessidade de ter Jobs de volta à empresa e a melhor solução foi comprar a NeXT. 

o iMac original.

De volta à Apple, as mudanças de Jobs foram essenciais para reerguer a empresa. A começar pelo corte na linha de produtos que, segundo Jobs, era extensa e complicada. O guru da tecnologia resolveu cortar a linha de computadores Apple em menos da metade, uma decisão que rendeu bons resultados.



A partir de então, a Apple tem sido uma empresa robusta que surpreende o mundo com seu design inovador e tecnologia de cair o queixo.

Alguns exemplos são o PowerBook G3, em 1998, um laptop avançado para a época e cujo preço era acessível. 

No mesmo ano, o iMac revolucionou o conceito de computador, trazendo os componentes internos dentro de um monitor. A beleza do produto e a ausência dos já conhecidos cabos conectores chamou a atenção do público jovem e colaborou com a popularização da marca.

iMusic
Em 2001, o grande lance da Apple: um player portátil de áudio e vídeo digital que deixou o mundo em êxtase por seu design arrojado e novidades tecnológicas. Até hoje o iPod é sinônimo de qualidade em player portátil e conta com uma linha para variadas necessidades de tamanho físico e armazenamento.

iPods para todos os gostos.
Basta sair nas ruas, parques ou academias para ver pessoas com os clássicos fones de ouvido brancos para lá e para cá. Com um marketing intenso e design agradável, o iPod revolucionou a música e colocou a Apple novamente no topo das paradas.



Ainda com a música em foco, a empresa lançou o iTunes, um player moderno que armazena, organiza músicas e as sincroniza com o iPod. Junto ao player, a iTunes Store, uma loja em que milhões de músicas podem ser compradas online, por um preço razoável.

iNcrível 

Também em 2001, o Mac OS, sistema operacional da Apple, sofreu grandes mudanças e foi reconstruído tendo o UNIX como base. Extremamente mais robusto e agradável, o sistema operacional Mac OS X é considerado, por muitos, o melhor.
Área de trabalho do sistema operacional da Apple.
Em 2006, o MacBook, o famoso laptop branco da maçã, foi um sucesso de vendas absoluto por trazer um processador Intel (em vez do PowerPC) e recursos interessantes por um preço bastante acessível se comparado a seus antecessores. 



Todos os computadores Apple de hoje trazem o processador Intel que oferece mais rapidez, estabilidade e compatibilidade aos computadores da marca. Mais que um hardware e sistema operacional de qualidade, os MacBooks e iMacs tornaram-se objeto de desejo e culto.
iPod shuffle: menor que um isqueiro.Mais recentemente, o que alavancou a marca foi o iPhone, um smartphone de notável tecnologia, com funções de áudio, câmera, internet e muito mais. Utilizando uma tela multitouch e uma versão reduzida do sistema operacional Mac OS X, o iPhone vendeu mais de 1 milhão de unidades em apenas 74 dias. 



MacBooks poderosos, iMacs que carregam toda a potência de um computador dentro do próprio monitor e iPhones cada vez mais versáteis. Além disso, a empresa mostra ao público tecnologias que visam a portabilidade, como o incrível MacBook Air e o iPod nano 3G, peças que provam o poder da Apple no mundo da tecnologia.

Quem mordeu a maçã de Cupertino?


A maçã é pop: todo mundo já viu, todo mundo conhece. Mas como surgiu a ideia de ter como símbolo de uma empresa de tecnologia uma maçã mordida? A versão mais plausível e conhecida é a que o símbolo seria uma referência a Newton, que se deu conta da lei da gravidade ao observar uma maçã caindo da macieira. Outra analogia possível seria com Adão e Eva, os personagens bíblicos, em que a maçã representaria todo o conhecimento e a mordida, a aquisição do mesmo.
As caras da Apple.
O primeiro logo da empresa era um tanto quanto exagerado e representa a cena de Newton e sua maçã. Não é preciso nem pensar duas vezes para ter certeza de que o logo não iria fazer sucesso, afinal, ele vai totalmente contra um dos mais fortes princípios de Jobs: a simplicidade. Percebendo tudo isso, Jobs caiu na real e deu a luz a um dos mais famosos símbolos de todos os tempos: a maçã mordida.

fonte: http://www.tecmundo.com.br/apple/2114-a-historia-da-apple-a-marca-da-maca.htm

terça-feira, 7 de outubro de 2014

iPhone 6 maior que a maior

I PHONE 6- MAIOR QUE A MAIOR

  O iPhone 6 não é simplesmente maior, é melhor em todos os sentidos. Maior, ainda muito magro. Mais poderoso, mas extremamente eficiente de energia. Com uma superfície de metal liso. É uma forma contínua, onde a função de hardware e software funcionam em perfeita harmonia. Eles chegam à 4,7 polegadas (iPhone 6), 5,5 polegadas (iPhone 6 plus) e é tão fino que chega à 6,7 mm (iPhone 6) e 7,1 (iPhone 6 plus)

  
  O desenvolvimento de um iPhone com uma tela maior, mais avançado significava empurrando a margem de design. Desde a transição de vidro e metal com o perfil aerodinâmico, à cada detalhe que foi cuidadosamente pensado para melhorar a sua experiência. Na criação do iPhone 6, foi examinada todos os elementos e material. É assim que chegamos a uma forma suave e contínua. Tudo feito com alumínio anodizado, aço inoxidável e vidro.
 
 Ele não tem apenas uma tela maior, a definição é melhor.O tamanho novos, de alta resolução Retina, exibe em HD no iPhone 6 e iPhone 6 Plus pode ser a primeira coisa que você nota. Mas o que você experimenta é muito mais. Com as inovações que proporcionam maior contraste, pixels dual-domínio para cores mais precisas em ângulos de visão mais amplos, e um polarizador melhorado, estes são os mais finos, mais avançados monitores Multi-Touch que já fizeram. Chegam a ter resolução de 1334x750 (iPhone 6) e 1920x1080 (iPhone 6 plus)
 
 Construído em arquitetura de 64 bits de classe desktop, o novo chip A8 proporciona mais potência, mesmo enquanto dirige uma tela maior. O movimento coprocessador M8 reúne eficiente dos dados de sensores avançados e um novo barômetro. E com o aumento da vida útil da bateria,

  A câmera iSight tem um novo sensor com o foco Pixels e novos recursos de vídeo, como o HD de 1080p a 60 fps, slo-mo a 240 fps, eo modo de vídeo time-lapse. Assim você terá mais motivos para captar mais momentos em vídeo também. Para torná-lo tão fácil de gravar vídeo incrível, novas funcionalidades foram adicionadas, como a opção de capturar 1080p HD a 60 fps, 240 fps slo-mo, e vídeo time-lapse. E você pode gravar vídeo HD e depois ver os resultados impressionantes no grande ecrã Retina HD.
  
iPhone 6 tem velocidades de download mais rápidas LTE,  e ele suporta mais bandas LTE que qualquer outro smartphone de modo que você pode andar em mais lugares. E quando conectado à Internet Wi-Fi, você poderá obter até 3x velocidades mais rápidas. Com LTE mais rápido - até 150 Mbps - usuários do iPhone 6 podem experimentar velocidades de download e upload mais rápido para navegar na web, streaming de música, fazer chamadas de vídeo, e muito mais.iPhone 6 também suporta Voice over LTE (VoLTE) - wideband chamadas de alta qualidade que fazem suas conversas som tão nítido e claro como se estivesse cara a cara. E com transmissão simultânea de voz e dados LTE, você pode continuar navegando enquanto você está falando. 

  Estamos completamente repensado como você paga para fazer compras fácil, segura e privada.A Apple Pay combina a conveniência e segurança de ID Touch e caderneta com a tecnologia NFC. Então você pode usar o iPhone 6 de pagar nas lojas e dentro de aplicativos com um único toque.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A lenda de Romãozinho

ROMÃOZINHO


Era um menino filho de lavrador, já nasceu vadio e malcriado. Adorava maltratar animais e destruir plantas, sua maldade já era aparente.
Um dia, sua mãe mandou-o levar o almoço, uma galinha, ao  pai que estava trabalhando. Ele foi, mas de má vontade, claro.
No meio do caminho comeu a galinha inteira, juntou aos ossos e deu ao pai. Quando o velho viu o monte de ossos ao invéis da comida, perguntou qual era a da brincadeira sem graça. Romãozinho, maldoso como era, querendo se vingar da mãe, que estava em casa fazendo o trabalho doméstico, falou:
-Foi isso que me deram... Acho que minha mãe comeu a galinha com um homem que vai lá quando o senhor não está em casa, e ai mandaram os ossos...
O velho, irado, largou a enxada e o serviço, voltou para casa e matou a mulher.
Morrendo, a velha amaudiçoou o filho, que estava rindo.
-Não morrerás nunca. Não conhecerá o céu ou o inferno, nem descansará, enquanto existir um único ser vivo na terra!
O marido morreu de arrependimento, e
Romãozinho sumiu, rindo ainda.
Desde então o menino nunca cresce; anda por ai fazendo o que não presta. é pequeno, pretinho como o Saci, vive rindo... e é ruim.
Não morrerá enquanto ainda tiver um ser vivo no mundo e como levantou falso testemunho contra a própia mãe, não poderá ir para o inferno.    


terça-feira, 23 de setembro de 2014

A APPLE ACERTA OS PONTEIROS

O APPLE WATCH

O Apple Watch é um relógio inteligente, que torna a Apple a mais inovadora do mundo. Vai ser lançado em 2015, mas já foi apresentado. Ele tem as seguintes informações:

Atividades Físicas

FUNÇÃO: Mede calorias queimadas, batimento cardíaco  e distância percorrida.
COMANDOS: É apenas clicar no app da tela do Watch.
O QUE RESOLVE: Ajuda a acompanhar metas de exercícios físicos; os dados podem ser compartilhados com outra pessoa, como um personal trainer.
LIMITAÇÃO: Diferente das pulseiras de exercícios, é preciso avisar quando começa uma atividade física.

GPS

FUNÇÃO: Cria rotas a pé e de carro.
COMANDOS: O caminho é traçado por comando de voz; quando chega às interseções, o relógio vibra de forma diferente, dependendo da direção que deve ser tomada.
O QUE RESOLVE: Não é preciso desviar a atenção do caminho, nem precisa baixar o volume da música do iPod ou do carro (algo útil para motorista).
LIMITAÇÃO: Só funciona conectado com o iPhone.

Pagamentos

FUNÇÃO: Realiza pagamentos com cartões cadastrados no iphone.
COMANDOS: Pelo ícone do app Passbook, escolhe-se o Cartão. O Pagamento é feito pela aproximação do relógio com uma máquina que ficará no caixa.
O QUE RESOLVE: É mais seguro, já que os dados do cartão não são exibidos ao vendedor; no caso de perda do celular, basta bloquear a função do relógio com o app Buscar iPhone.
LIMITAÇÃO: Pela função de smartphones, a bateria dele não irá durar muito, inclusive nas transições (logo, cartões físicos não são dispensáveis). Por enquanto, só operará nos EUA.

Telefones e mensagens

FUNÇÃO: Faz ligações e manda mensagens com áudio, textos, imagens, Sons até mesmo da batida cardíaca.
COMANDOS: Tem microfone e auto-falante (é possível ouvir ligações por fones sem fio); as mensagens de texto são narradas; no caso da batida cardíaca pressiona-se dois dedos na tela do relógio.
O QUE RESOLVE: É uma forma mais rápida de se comunicar nas situações que exigem destreza, como dirigir.
LIMITAÇÃO: Presisa estar conectado ao iPhone; ele por si não possui chip de celular.

Fonte: Revista Veja -  edição 2391                                                                                                                                          

Os videogames incentivam a violência?

GAMES E A VIOLÊNCIA



Os videogames avançaram significativamente na qualidade de seus jogos e gráficos, tornando-os mais realistas. Com esse avanço, surgiram jogos com conteúdo considerado violento, de personagens agredindo outros personagens, diferentemente dos quadradinhos da época do Atari, onde não se poderia ver essa violência e não se poderia identificar um ato de violência do jogo com a vida real.

Com essa inovação, surgiu a polêmica: podem os jogos eletrônicos incentivar o comportamento violento? Esta pergunta já vem sendo feita há vários anos, mas as respostas aventadas são carregadas de fantasias e ideias provindas do senso comum, sejam elas a favor da ideia de que os jogos fomentam sim a violência ou seu inverso, a de que não há nenhum perigo inerente a tais jogos.

Um dos maiores obstáculos para uma maior compreensão por parte da população, e principalmente por parte das autoridades que lidam com jogos, é a ideia de que a visão das cenas violentas dentro dos jogos leva diretamente à sua imitação na vida real, ou, melhor dizendo, fora da situação de jogo.

Pesquisas com jogadores vêm apontando sistematicamente que não se pode considerar que os jogos geram comportamentos violentos, ou no mínimo, que eles não agem sobre as pessoas em um esquema linear de causa e efeito. Isto quer dizer que comportamentos violentos realizados pelos jogadores devem ser observados sob uma ótica mais ampla, levando em conta diversos fatores como relações e contextos familiares e sociais, histórico de vida (especialmente histórico de violência), grau de maturidade e estrutura psíquica, entre outros.

Esses mesmos estudos mostram que os jogos fornecem um grande potencial catártico, ou seja, que as pessoas podem “descontar suas tensões” jogando e facilitando o processamento psicológico de suas experiências cotidianas. Além disso, os jogos proporcionam um espaço de interação e socialização que talvez não pudessem ser experimentados por muitas dessas pessoas sem a mediação dos jogos. Podem ainda potencializar habilidades motoras e cognitivas.

Mas essas virtudes não garantem que esses jogos sejam inócuos e que os pais possam deixar os filhos jogar sem nenhuma supervisão. Os jovens, especialmente, crianças e adolescentes, passam por estágios delicados do desenvolvimento psíquico e necessitam da presença parental para que esse desenvolvimento ocorra de maneira mais plena.

Existem, inseridas na maioria dos jogos, questões éticas e de relacionamento social que necessitam de discussão e orientação, como aquelas relacionadas à sexualidade ou ao uso de drogas. Aliás, a própria proximidade dos pais colabora para que os filhos evitem comportamentos antissociais, inclusive a violência.

É preciso também que os pais saibam estipular limites ao uso do videogame a fim de evitar que seus filhos caiam no que se chama popularmente de vício em jogo, ou jogo compulsivo. O bom diálogo e um bom acordo entre pais e filhos é a melhor forma de prevenção desse tipo de comportamento.
O que podemos observar é que o jogo eletrônico é um bom recurso para o entretenimento e desenvolvimento pessoal, desde que usado com responsabilidade e bom senso.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/jogos_eletronicos.htm